Se eu quiser dizer a verdade verdadinha, só existia uma razão para eu ainda não conhecer o Porto: não tinha ainda calhado. E lá por ser a única razão não quer dizer que seja boa ou válida ou compreensível até. O que interessa é que agora essa razão deixou de existir e eu regressei de um fim de semana (quase) perfeito, com mais uma cidade a juntar às que outras das quais gostei à primeira.
Há muitas razões para uma pessoa se enamorar do Porto. Temos a esplanada do Piolho às sete da tarde, enquanto os indies lêm o Y; temos a Ribeira completamente formatada para turista ver; as francesinhas verdadeiras e gigantes; temos a forma atrevida com que os empregados topam os não-portuenses à distância; a cor das fachadas dos prédios mais velhos; o bom gosto dos bares e discotecas; e temos o tempo que muda quando nos sente chegar à cidade. A isto tudo, eu ainda juntei boa companhia e um melhor guia. Quero voltar lá. E quero voltar depressa.
* estas e outras impressões visuais sobre os concertos aqui.
Há muitas razões para uma pessoa se enamorar do Porto. Temos a esplanada do Piolho às sete da tarde, enquanto os indies lêm o Y; temos a Ribeira completamente formatada para turista ver; as francesinhas verdadeiras e gigantes; temos a forma atrevida com que os empregados topam os não-portuenses à distância; a cor das fachadas dos prédios mais velhos; o bom gosto dos bares e discotecas; e temos o tempo que muda quando nos sente chegar à cidade. A isto tudo, eu ainda juntei boa companhia e um melhor guia. Quero voltar lá. E quero voltar depressa.
* estas e outras impressões visuais sobre os concertos aqui.