Daqui, deste cartaz rabiscado a marcadores e a lápis (só eu sei há quanto tempo não usava um lápis de carvão...) está a nascer um filme. Se quiser ser mais precisa, daqui está a nascer uma curta-metragem que nunca antes me tinha passado pela cabeça. O processo de escrita é muito pouco romântico, apoiado mais na objectividade e no efeito que se pode provocar no espectador do que na literatura, na escrita livre e apaixonada. Escusado será dizer que há quem tenha escolhido o reconhecimento, a crise de valores ou o ritual de iniciação como tema mas eu tinha que me ficar pelo romance.
Vi no outro dia numa série qualquer um escritor que dizia que só escrevemos sobre aquilo que conhecemos mas eu recuso-me a aceitar que é só isso que existe cá dentro. Só que, e apesar de querer sair desta minha comfort zone, não me saía mais nada. Não me apetece uma sequência de imagens sobre a integridade do herói ou a constante busca pelo pai ou sobre o eterno combate entre o Bem e o Mal. Portanto, e como todos escrevemos um bocadinho sobre aquilo que somos, é um filme sobre um desencontro amoroso que apenas o espectador conseguirá resolver. Eu acho que tudo acaba bem mas conheço-me bem demais para não desconfiar da minha intuição...
Só me falta um título. Há um provisório mas queria qualquer coisa mais sólida. Por isso, se alguém tiver aí à mão uma grande tirada sobre duas pessoas que se repelem mas que se desejam encontrar, é dizer. Dou créditos, prometo.
Vi no outro dia numa série qualquer um escritor que dizia que só escrevemos sobre aquilo que conhecemos mas eu recuso-me a aceitar que é só isso que existe cá dentro. Só que, e apesar de querer sair desta minha comfort zone, não me saía mais nada. Não me apetece uma sequência de imagens sobre a integridade do herói ou a constante busca pelo pai ou sobre o eterno combate entre o Bem e o Mal. Portanto, e como todos escrevemos um bocadinho sobre aquilo que somos, é um filme sobre um desencontro amoroso que apenas o espectador conseguirá resolver. Eu acho que tudo acaba bem mas conheço-me bem demais para não desconfiar da minha intuição...
Só me falta um título. Há um provisório mas queria qualquer coisa mais sólida. Por isso, se alguém tiver aí à mão uma grande tirada sobre duas pessoas que se repelem mas que se desejam encontrar, é dizer. Dou créditos, prometo.