Às sete e meia da tarde, chegávamos ao destino. Já havia quem se refrescasse numa das últimas semanas do Verão com uma cerveja de copo ou de garrafa. Os bancos estavam à porta de casa, quase debaixo do loureiro e ainda tínhamos luz do dia. Assou-se uma cacholeira comme il faut, porquinho de barro e alcóol consumindo a carne devagar. Como prato principal, uma fabulosa travessa de migas e respectivas carnes fritas - só de olhar, já nos crescia água na boca! Conversa para lá, conversa para cá e chega à mesa um vistoso cheesecake de morango em cama de salame e uma pessoa sentia-se engordar só de olhar! Terminada a refeição e mais dois dedos de conversa depois, o descanso merecido.
Três da manhã e o meu estômago quase latejava com uma digestão mal feita, enquanto eu tentava não gritar com dor. Ninguém merece.
