julho 22, 2008

Guilty pleasures

É o resultado de ter visto as primeiras duas séries em menos de uma semana. Provavelmente, é preciso crescer um bocado antes de poder sequer compreender as subtilezas que sustentam cada episódio. E, como é óbvio, não me assemelho em nada a estas mulheres de Nova Iorque: tenho menos de trinta anos, não uso Gucci nem Fendi nem Prada, não frequento os melhores restaurantes da cidade e as minhas relações não têm metade do glamour das relações delas. Mas se eu considerar só o pragmatismo da advogada, a ingenuidade da galerista, a clarividência da relações públicas e o idealismo da jornalista sou um bocadinho delas todas. Mesmo sem maquilhagem, Cosmopolitans ou trezentos pares de sapatos. Mesmo neste pedaço de Alentejo a arder.

Well, I don't know how you people do it. All that emotional chow-chow. It's exhausting.

2 comentários:

curse of millhaven disse...

aos primeiros episódios pensei: q treta mais superficial...

mas dps vi mais alguns e fui-me apercebendo que de facto há muito para além da futilidade, temas profundos mesmo.

Mariana disse...

identifiquei.me um pouco c este texto.Adorei o filme.
É a primeira vez q venho a este blog e gostei.
Convido-a a passar pelo meu
bjs